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Escolas estaduais de SP terão manual com normas de conduta para os alunos

Posted by Gilberto Lenz em 10/10/2009

Matéria publicada no Portal de Notícias da Globo em 9 de outubro de 2009.

Entre as faltas disciplinares estão fazer muito barulho e fumar. Punição vai de advertência a pagamento em caso de dano material.

Para ajudar os professores e diretores a lidar com casos de violência, as escolas estaduais de São Paulo terão agora um manual com normas de conduta, direitos e deveres dos alunos -uma disciplina mais rígida, e que prevê punições.

Veja o site do Jornal Hoje

“Como a violência permeia os muros da escola, nós podemos ter, por exemplo, a ação do tráfico de drogas em determinada escola e, com esse sistema, a gente consegue resolver ali o problema da escola”, diz Guilherme Bueno, secretário adjunto da Secretaria Estadual da Educação.

Entre as faltas disciplinares estão: fazer muito barulho, desrespeitar profissionais, fumar, quebrar equipamentos ou instalações, consumir ou vender bebidas alcoólicas ou drogas e portar armas. As punições incluem advertência verbal, suspensão, transferência e, em caso de dano material, o aluno ou responsável deverá pagar pelos prejuízos.

Marisa Batista Ribeiro, diretora de uma escola, aprova a medida. “Antes, nós não sabíamos exatamente a quem recorrer e o que fazer. Hoje, quer dizer nós não corremos o risco de errar com a legalidade da questão.”

Para esta educadora, a cartilha serve de respaldo para os professores tomarem decisões em situações delicadas, mas é preciso agir com sensibilidade.

“Como educadores, não somos policiais. Nós não devemos punir no sentido do castigo, mas no sentido da construção do ser humano como cidadão.”

Punição

Nos últimos dias, alunos de uma escola estadual da Zona Sul de São Paulo foram divididos: um dia as meninas estudam. No outro, é a vez dos meninos. O rodízio por sexo foi a forma que a diretora encontrou para punir uma turma na qual um estudante ateou fogo a uma lixeira.

A medida gerou críticas de pais de alunos, mas revela também a dificuldade de educadores em lidar com a falta de limites – o que já levou até a destruição de escolas inteiras. Ou ao desacato, como nesta escola, onde um aluno só não agrediu a diretora porque um funcionário impediu.

“O aluno estava extremamente nervoso, agressivo. Eu tive que segurá-lo com certa força para ele não partir para cima dela, de fato”, afirma Ivan Aparecido Xavier, agente de organização escolar.

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